Assembléia Legislativa realiza audiências públicas regionais para discutir a Lei Orçamentária de 2009 A Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo inicia no dia 17 de novembro as audiências públicas para discutir a Lei Orçamentária Anual de 2009. Serão realizadas 11 audiências. Prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias, mídia e cidadãos interessados de todos os municípios de São Paulo estão convidados a participar das audiências. Confira no cronograma (anexo) a data e local da audiência pública da sua região. No caso da Grande São Paulo, serão formados três blocos para discussão. Informações podem ser obtidas no Portal da ALESP www.al.sp.gov.br . Divulgue a Audiência Pública Regional em sua cidade!
DATA |
HORÁRIO |
LOCAL |
ENDEREÇO |
FONE |
Regiões Administ. Abrangidas |
| 17/nov
(segunda) |
10H |
Câmara Municipal de Campinas |
Av. Da Saudade, n° 1004
CEP: 13041-670 |
(19) 3736.1401 |
Central |
| Campinas |
| 17/nov
(segunda) |
15H |
Câmara Municipal de Barueri |
Rua do Paço, 50 – Centro
CEP: 06401-090 |
(11) 4199.7900 |
Itapeva |
| Sorocaba |
| GSP - Oeste |
| 18/nov
(terça) |
10H |
Câmara Municipal de Taubaté |
Av. Prof. Walter Thaumaturgo, 208 – Centro
CEP: 12030-040 |
(12) 3625.9500 |
São José dos Campos |
| 19/nov
(quarta) |
10H |
Câmara Municipal de Santos |
Rua XV de Novembro, 103
CEP: 11010-916 |
(13) 3219.3800 |
Registro |
| Santos |
| 24/nov
(segunda) |
11H |
Câmara Mun. de São José do Rio Preto |
Rua Silva Jardim, 3357 – Centro
CEP: 15010-060 |
(17) 3214.7777 |
São José do Rio Preto |
| 25/nov
(terça) |
10H |
Câmara Mun. de São Bernardo Do Campo |
Praça Samuel Sabatini, 50 – Centro
CEP: 09750-700 |
|
GSP - Leste |
| GSP - ABC |
| 27/nov
(quinta) |
11H |
Câmara Municipal de Bauru |
Praça Dom Pedro II, n° 1-50 – Centro
CEP: 17015-230 |
(14) 3235.0600 |
Bauru |
| 28/nov
(sexta) |
14H |
Câmara Municipal de Marília |
Rua Bandeirantes, 25 – Centro
CEP: 17501-090 |
(14) 2105.2000 |
Marília |
| 1/dez
(segunda) |
11H |
Câmara Municipal de Ribeirão Preto |
Av. Jerônimo Gonçalves, 1200
CEP: 14010-040 |
(16) 3607.4000 |
Ribeirão Preto |
| Franca |
| Barretos |
| 2/dez
(terça) |
14:30H |
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo |
Av. Pedro Álvares Cabral, 201 – Ibirapuera
CEP: 04097-900 |
(11) 3052.2275 |
GSP - Norte |
| Capital |
| 5/dez
(sexta) |
11H |
Câmara Municipal de Presidente Prudente |
Av. Cel. José Soares Marcondes, 1200
CEP: 19010-081 |
(18) 2104.4300 |
Presidente Prudente |
| Araçatuba |
AUDIÊNCIAS PÚBLICAS 2009
Escrito por nicomedesoliveira às 20h04
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histórias sob o olhar de Eliane Brum
A premiada jornalista Eliane Brum, repórter especial de ÉPOCA, lança seu terceiro livro, O Olho da Rua, em que traz um relato ampliado de dez reportagens publicadas na revista. Além disso, oferece ao leitor um making of de cada história, com uma reflexão sobre as limitações do trabalho jornalístico.
REDAÇÃO ÉPOCA
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI16972-15220,00-DEZ+HISTORIAS+SOB+O+OLHAR+DE+ELIANE+BRUM.html
O OLHO DA RUA: livro de Eliane Brum
Do surgimento de uma vida no meio da Amazônia, pelas mãos de parteiras da floresta, até os últimos 115 dias de vida de uma merendeira de escola em São Paulo. É por este universo que transita a jornalista Eliane Brum em seu novo livro, O Olho da Rua (Editora Globo, que também publica ÉPOCA), que será lançado nesta terça-feira. Essas duas histórias e outras oito presentes na obra, cujo prefácio é de Caco Barcellos, revelam o estilo da autora, marcado pela delicadeza mesmo ao falar sobre temas áridos. Todas foram publicadas em ÉPOCA, mas de forma reduzida. Agora, o leitor terá a oportunidade de conferir os relatos de Eliane na íntegra.
Em O Olho da Rua, seu terceiro livro, a jornalista inova ao fazer uma reflexão sobre seu trabalho. Para cada reportagem, ela escreveu um texto sobre os dilemas que enfrentou, as escolhas que fez e os erros que cometeu. É um sincero reconhecimento das limitações do jornalismo.
Clique aqui para ler, na íntegra, a reportagem Casa de Velhos, na qual a autora conta a história de moradores de um asilo no Rio de Janeiro. Leia também o making of dessa história, em que Eliane relata por que essa reportagem, especificamente, é especial para ela. "A Casa de Velhos é uma de minhas reportagens preferidas – e é a que mais me dói. Ainda hoje ela dói muito. Porque errei feio."
Biografia
A gaúcha Eliane Brum é uma das mais premiadas jornalistas brasileiras. Ganhou quase 40 prêmios de reportagem, como Esso, Vladimir Herzog, Ayrton Senna e Sociedade Interamericana de Imprensa. Iniciou sua trajetória como repórter no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, em 1988. Desde 2000, é repórter especial da revista ÉPOCA, em São
 "uma jornalista inigualável,incomparavel"
ELIANE: jornalista já recebeu vários prêmios por seu trabalho
Paulo. Seus outros dois livros são Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios, 1994), no qual refez a marcha do exército rebelde pelo país entrevistando uma centena de testemunhas. O segundo, A vida que ninguém vê (Arquipélago Editorial, 2006), é uma coletânea de histórias reais sobre a extraordinária vida das pessoas comuns, foi reconhecido com o Prêmio Jabuti 2007, na categoria melhor livro de reportagem.
No campo do cinema, o documentário Uma história severina (2005), do qual Eliane é co-diretora e co-roteirista, foi contemplado com mais de 20 prêmios nacionais e internacionais. Nele, a jornalista acompanha a trajetória de uma nordestina que teve o destino alterado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal.
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1 anexo(s) |
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Perfil_El...pdf (207,3 KB)-link para uma enrevista especial com eliane brum,por deborah miranda. |
Escrito por nicomedesoliveira às 16h52
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Eliane Brum ensina arte da subversão em "O Olho da Rua"
Se há uma palavra muito cara ao repertório .
jornalístico-literário da repórter Eliane Brum é esta aqui: subversão. Está presente em quase todas as suas reportagens, desde o início da carreira, em 1988, como repórter do jornal Zero Hora, de Porto Alegre.
E o ato de subverter de Eliane é como revela o dicionário: "revolver-se de baixo para cima". Isto é, levar o que está embaixo para o alto.
No jornalismo, esse ato de subverter a ordem, de levar o que está no fundo para a superfície, se configura em Eliane, essencialmente, na disposição de revelar o extraordinário que há em cada homem dito comum, aquele que nunca interessou muito aos jornais.
Eliane tem um claro projeto: tirar esse homem comum, o homem simples, o homem que padece por falta de amparo básico, da invisibilidade.
Segundo o espírito sempre afetuoso e, às vezes, também furioso de subversão de Eliane, o pequeno é, na verdade, o grande; o anônimo é a celebridade; o louco é o sábio; o pobre é o pródigo.
O jornalismo de Eliane tem uma outra característica peculiar e, com isso, ela se assemelha muito a um de seus ilustres conterrâneos, o repórter gaúcho Marcos Faerman (1944-99): a absoluta sinceridade.
Suas reportagens, publicadas, desde 2000, na revista Época, onde é repórter especial, fazem de suas indagações, de suas dúvidas, de suas emoções, de seus "bastidores" de repórter assuntos presentes no texto final. É o reconhecimento e o anúncio explícito, a bem da honestidade e do respeito pelo leitor, das limitações do jornalista, diante, muitas vezes, daquilo que mal compreende, que apenas intui.
A repórter, vencedora dos principais prêmios nacionais de jornalismo, o Esso e o Vladimir Herzog, entre outros, vem agora com novo livro: O Olho da Rua – Uma repórter em busca da literatura da vida real (Globo, 424 páginas, R$ 48,00).
O lançamento está marcado para o dia 11 de novembro, das 19h às 22h, na Livraria da Vila: rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, região oeste de São Paulo.
É o terceiro livro de Eliane: o primeiro fora Coluna Prestes – O avesso da lenda (1994), em que a repórter refez a marcha da Coluna Prestes, revelando uma trajetória de crimes até então ignorados; e o segundo, A vida que ninguém vê (2006), coletânea de reportagens sobre o homem (in)comum das ruas gaúchas, principalmente de Porto Alegre.
O Olho da Rua tem prefácio do repórter Caco Barcellos e reúne dez reportagens originalmente publicadas na Época, mas com um atrativo extra: textos inéditos de Eliane sobre os bastidores de cada história, as indagações que nasceram do embate com a realidade, as escolhas feitas e os erros cometidos, também.
Sim, porque repórter também erra, não é ser acima do bem ou do mal, feito de completude. E o reconhecimento do erro, como muitos já notaram, é que, dialeticamente, revela a grandeza de uma obra e de um homem – e de uma mulher.
O leitor interessado em boas histórias, contadas com muito talento, generosidade e poesia, cheias de emoção (porque no jornalismo em que Eliane acredita repórter precisa se emocionar, abaixo a neutralidade), certamente vai gostar de O Olho da Rua. É jornalismo como deve ser.
Escrito por nicomedesoliveira às 08h58
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Acompanha O Trecheiro online (PDF), cada mês atualizado no site da Rede Rua.

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Escrito por nicomedesoliveira às 14h45
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