FALANDO EM FILME SOBRE CATADORES. UMA INSJUSTIÇA ,LEMBREI OS CATADORES DO OESTE PAULISTA,MAIS DIRETAMENTE IDEALIZADO PELO PESSOAL DE ASSIS. PRODUZIRAM UM FILME SOBRE OS CATADORES DE MATERIAIS RECILÁVEIS. A USINA DE RECICLAGEM DE ASSIS- COCASSIS, A CIA CIRCUS APOIARAM UM JOVEM CINEASTA ARGENTINO,UM ESTUDANTE QUE ASSIM TOPÓPU FAZER O VÍDEO COM RECURSO QUASE ZERO. OS CATADORES PELO QUE SOUBE,DÃO PALESTRAS NAS ESCOLAS SOBRE O MEIO AMBIENTE E A COLETA SELETIVA. NA OPORTUNIDADE VENDEM EXEMPLARES DO DOCUMENTÁRIO QUE REVERTE PARA INVESTIMENTOS EM ATIVIDADES CULTURAIS DOS PRÓPRIOS CATADORES DA USINA. ACHO QUE VALE DAR UMA FORÇA NA DIVULGAÇÃO E DE REPENTE ADIQUIRIR CÓPIAS DO FILME. INTERESSADOS PODEM ENTRAR EM CONTATO POR ESSE ENDEREÇO- edinei.circus@yahoo.com.br O endereço da cocassis não tenho aqui nem osa contatos,mas o ednei é um integrante da circusassis,muito querido entre os catadores. boa relação com incubador,técnicos e principalmente os companheiros do movimento na região,do comitê oeste paulista
Escrito por nicomedesoliveira às 20h35
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Documentário sobre catadores de lixo é duplamente premiado no Festival de Cinema de Brasília
A produção levou os prêmios Especial do Júri e de Melhor Filme do Júri Popular
 Redação Bem Paraná
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O documentário À Margem do Lixo, longa metragem de Evaldo Mocarzel que retrata o dia-a-dia de um grupo de catadores de lixo de uma cooperativa de São Paulo, foi condecorado duas vezes no 41° Festival de Cinema de Brasília, que se encerrou na terça-feira (25/11). A produção levou os prêmios Especial do Júri (pela contribuição à linguagem cinematográfica no documentário) e de Melhor Filme do Júri Popular (melhor longa em 35mm). À Margem do Lixo também foi o filme mais aplaudido do festival. Sua exibição, no último domingo, foi ovacionada pelo público. Na avaliação da coordenadora da Secretaria-Executiva do Comitê Insterministerial de Inclusão Social dos Catadores de Materiais Recicláveis - cuja presidência é exercida pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e das Cidades - Ana Pinho, a vitória é tanto dos produtores, como dos catadores. Para Ana, o reconhecimento obtido pelo documentário, além da relevância temática que apresenta, atesta a importância da coleta seletiva realizada no órgãos públicos, agora implementada com o decreto presidencial 5.940/06. "A vitória de À Margem do Lixo fortalece ainda mais o trabalho realizado pela categoria do catadores em todo o país", comemora. O filme é a terceira parte de uma trilogia iniciada por Evaldo Mocarzel com À Margem da Imagem (2003) - ganhador de 19 prêmios em festivais no Brasil e no Exterior - e À Margem do Concreto (2006). À Margem do Lixo transita pelas ruas de São Paulo e retrata o cotidiano dos catadores, porém, também enfoca o envolvimento em movimentos políticos que têm a finalidade de regularizar e lutar pelos direitos da categoria. O documentário, igualmente, deixa clara a importância ambiental do trabalho realizado pelos catadores, uma vez que a produção de materiais recicláveis contribue para a preservação do meio ambiente.
Escrito por nicomedesoliveira às 23h18
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1 anexo(s) |
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Perfil_El...pdf (207,3 KB)-link de uma enrevista especial com eliane brum,por deborah miranda. |
Escrito por nicomedesoliveira às 19h14
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BRASÍLIA 2008: Luta dos catadores conquista a platéia (24/11/2008 - 10h55)
Por Angélica Bito, de Brasília
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Catadores de lixo ganham espaço em À Margem do Lixo | A exibição do documentário À Margem do Lixo na noite de domingo (23/11) no 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro despertou na platéia toda a sua já notória empolgação com temas de importância social e política.
À Margem do Lixo é a terceira parte de uma tetralogia iniciada com À Margem da Imagem (2003) - que recebeu 19 prêmios em festivais no Brasil e no Exterior - e À Margem do Concreto (2006), que recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Brasília. "Este documentário focaliza a indústria da reciclagem do ponto de vista do catador de lixo", afirmou o diretor Evaldo Mocarzel no palco do Cine Brasília, onde subiu com sua equipe para apresentar o longa-metragem, um dos seis que concorrem ao troféu Candango, que será entregue na noite de terça-feira (24/11).
Os catadores de lixo que transitam pelas ruas são produtos típicos da cidade de São Paulo. A própria cineasta Kátia Lund, quando conversou comigo sobre seu curta-metragem no projeto Crianças Invisíveis (que aborda a história fictícia de duas crianças que coletam lixo pelas ruas paulistanas), afirmou ter ficado impressionada pela quantidade de catadores de lixo na cidade de São Paulo, o que a levou a desenvolver o roteiro.
O documentário de Evaldo Mocarzel é capaz de transitar muito bem pelas ruas da metrópole a fim de retratar não somente o dia-a-dia de catadores de lixo, mas também mostra muito bem seus movimentos políticos a fim de regularizar e conseguir direitos a tão renegada categoria. Especialmente nos momentos em que mostrava as reuniões do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), a platéia vibrava ao concordar com as posições políticas dos catadores, mostrando porque tem a fama que tem. Ao mesmo tempo, À Margem do Lixo também deixa clara a importância do trabalho dos catadores de lixo ambientalmente, uma vez que os materiais que vendem a fim de manterem suas subsistências são recicláveis e contribuem para a preservação do meio ambiente. Para se ter uma idéia, a indústria de reciclagem de alumínio movimenta R$ 850 milhões por ano, conforme revelou o diretor ao apresentar este filme.
Por mais que o trabalho dos catadores seja importante para a manutenção ambiental de uma cidade tão grande como São Paulo, quem mora na cidade conhece que os carrinhos nos quais carregam os materiais recolhidos são capazes de atrapalhar a fluidez do trânsito. À Margem do Lixo também mostra a intolerância e a rispidez com a qual são tratados todos os dias, não somente por viverem à margem da sociedade por suas funções pouco prestigiadas, digamos, mas também por atrapalharem fator tão essencial na fluidez da cidade. São Paulo é uma cidade muito baseada na movimentação de sua população em trânsito. Desta forma, os catadores de lixo não são vistos como agentes ambientais e é essa função que o documentário sublinha. Quando um motorista grita "vai trabalhar, vagabundo!" a um dos personagens, enquanto ele arrasta uma carroça cheia de materiais recicláveis que ele recolheu, fica clara a forma como a maioria da população julga os catadores.
À Margem do Lixo dialoga bem com o público, além de seu tema ser de suma importância na atualidade, não somente ao abordar a questão social, mas também a ambiental e o papel que os catadores exercem neste sentido. O documentário é construído tendo como base as imagens e depoimentos de alguns personagens. Ele ganha fluidez pela montagem dessas imagens captadas. O filme "trava" um pouco ao mostrar o processo de reciclagem de papel, plástico e alumínio, trechos que cortam a fluidez da narrativa, mas não compromete o documentário como um todo, que levanta de forma contundente a bandeira dos catadores.
Escrito por nicomedesoliveira às 17h13
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