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Blog de nicomedesoliveira
 


               NUNCA NA HISTÓRIA DESS PAÍS


               NUNCA SE VIU TANTA EXPULSĂO DE GENTE
               NUNCA SE VIU TANTA GENTE MORANDO NAS RUAS
               NUNCA SE VIU TANTA DESCONSTRUÇĂO 
               PREFEITURA FAZ O QUE QUER
               SINAL AMARELO DA ASSISTENCIA EM SĂO PAULO
               A VERBA SUMIU.
               ONGS NO ALERTA VERMELHO
               USUARIOS NO AMARELO
               DISCURSOS COMPLICADOS
               TEM CADEIRANTE DISPUTANDO VAGA EM CALÇADA 
               SERVIÇOS DE ACOLHIDA,CONVIVENCIA
               VIRAM REDE DE QUADRA DE PETECA
               QUEM É A PETECA AFINAL
               ONG,TRABALHADOR,CONVIVENTE ?
               SECRETARIA SENTA O TAPA NA CARA DE TODO MUNDO
               QUEM MORA NA RUA,REALMENTE TA LARGADO
                DESEMPREGO, SAUDE COMPROMETIDA
                PRA PIORAR TEM O CRACK 
                ENLOUQUECENDO TANTA GENTE 
                TRABALHADOR DA AREA,NĂO SABE SE BATE,SE APANHA
                CONVIVENTE NĂO SABE SE RECLAMA,SE DETONA
                 A VIOLENCIA VERBAL,GENERALISADA
                 O QUE MAIS ASSUSTA, É SABER
                 QUE PRA POLITICA DO DESCASO
                 NADA VEIO  SUPLANTAR 
                 UQE METODOLOGIA ESSA
                 NUNCA HOUVE TANTO DESCASO
                 NUNCA O BARRIL ESTEVE TĂO PRÓXIMO DE EXPLODIR
                 NUNCA O FIM DO TUNEL ESTEVE TĂO ESCURO
                 JA SE FALA EM APAGĂO DA ASISTENCIA
                 JA SE FALA EM REBELIĂO DOS USUARIOS
                 NINGUÉM PARAOU PRA PENSAR
                 ONDE TUDO ISSO VAI DAR ?
                 NUNCA NA HISTÓRIA DA ASSISTENCIA SOCIAL
                 SE ESTEVE TĂO PERTO DO CAOS IMINENTE...
 
                  Tiăo Nicomedes-16/09/2009

                     WWW.DIARIOTIAO.ZIP.NET   8766-9134



Escrito por nicomedesoliveira às 16h33
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               NUNCA SE VIU TANTA EXPULSĂO DE SEM TETO
               NUNCA SE VIU TANTA GENTE MORANDO NAS RUAS
               NUNCA SE VIU TANTA DESCONSTRUÇĂO 
               PREFEITURA FAZ O QUE QUER
               SINAL AMARELO DA ASSISTENCIA EM SĂO PAULO
               A VERBA SUMIU.
               ONGS NO ALERTA VERMELHO
               USUARIOS NO AMARELO
               DISCURSOS COMPLICADOS
               TEM CADEIRANTE DISPUTANDO VAGA EM CALÇADA 
               SERVIÇOS DE ACOLHIDA,CONVIVENCIA
               VIRAM REDE DE QUADRA DE PETECA
               QUEM É A PETECA AFINAL
               ONG,TRABALHADOR,CONVIVENTE ?
               SECRETARIA SENTA O TAPA NA CARA DE TODO MUNDO
               QUEM MORA NA RUA,REALMENTE TA LARGADO
                DESEMPREGO, SAUDE COMPROMETIDA
                PRA PIORAR TEM O CRACK 
                ENLOUQUECENDO TANTA GENTE 
                TRABALHADOR DA AREA,NĂO SABE SE BATE,SE APANHA
                CONVIVENTE NĂO SABE SE RECLAMA,SE DETONA
                 A VIOLENCIA VERBAL,GENERALISADA
                 O QUE MAIS ASSUSTA, É SABER
                 QUE PRA POLITICA DO DESCASO
                 NADA VEIO  SUPLANTAR 
                 UQE METODOLOGIA ESSA
                 NUNCA HOUVE TANTO DESCASO
                 NUNCA O BARRIL ESTEVE TĂO PRÓXIMO DE EXPLODIR
                 NUNCA O FIM DO TUNEL ESTEVE TĂO ESCURO
                 JA SE FALA EM APAGĂO DA ASISTENCIA
                 JA SE FALA EM REBELIĂO DOS USUARIOS
                 NINGUÉM PARAOU PRA PENSAR
                 ONDE TUDO ISSO VAI DAR ?
                 NUNCA NA HISTÓRIA DA ASSISTENCIA SOCIAL
                 SE ESTEVE TĂO PERTO DO CAOS IMINENTE...
 
                  Tiăo Nicomedes-16/09/2009

                     WWW.DIARIOTIAO.ZIP.NET   8766-9134



Escrito por nicomedesoliveira às 16h32
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  na semana em que  população de rua volta ao foco das discussões. (arquivo epoca atualizado no site)
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI55367-15228,00-FAZER+O+BEM+E+BOM.html 
 

26/06/2009 - 23:31 - Atualizado em 02/07/2009 - 11:07
Fazer o bem é bom
Eles descobriram seu próprio jeito de construir um novo Brasil, mais solidário e menos desigual. Por isso, são mais felizes. E você?
Revista Época
Numa noite gelada do inverno gaúcho, Gilmar e Cristina alcançaram sua casa confortável em Porto Alegre, doidos para entrar e se aquecer. Entre eles e a porta havia cinco meninos de rua unindo trapos e corpos para atravessar a noite ao relento. Não era a primeira vez que o casal se confrontava com crianças abandonadas pelas ruas da cidade. Daquela vez, porém, não foram capazes de saltar por cima delas. Por que não conseguiram fechar a porta da casa deixando a dor alheia na calçada?
O advogado Gilmar Russa e a educadora Maria Cristina da Costa vão contar a história da noite que mudou suas vidas nas páginas seguintes desta que não é apenas mais uma reportagem de capa. ÉPOCA deseja que esta edição possa ser o momento na vida de cada leitor - como tem sido para cada jornalista envolvido no projeto - de parar alguns minutos para refletir sobre a pergunta correta: como alguém - eu, você, nós - consegue fechar a porta diante da tragédia do outro?
Foi essa mesma pergunta que assaltou Gilmar e Cristina, divididos sobre a próxima cena: entrar correndo em casa e esquecer o que viram - com a mesma facilidade com que os vidros são erguidos nos sinais de trânsito - ou se comprometer com o frio dos cinco meninos que nem sequer os olhavam com esperança, acostumados à indiferença. "Como podemos deixar as crianças lá fora e dormir?", questionaram. Não um ao outro, mas a si mesmos, com um pé no primeiro degrau e o outro na calçada.
A vida não muda ao som de trombetas ou com letreiros de néon piscando. Ela se transforma assim, num instante banal. Gilmar e Cristina nem perceberam, foi tudo muito rápido. O pé apoiado no degrau não os levaria apenas para dentro de casa, mas para um tipo de destino. E o que teimava em ficar na calçada os carregaria para outro, totalmente diverso. Cabia a eles - como cabe a cada um de nós - fazer a escolha. A reflexão proposta por ÉPOCA é a pergunta seguinte de Cristina e Gilmar diante do impasse: "O que nós podemos fazer? O que eu posso fazer?".
A partir desta edição, ÉPOCA vai publicar toda semana histórias de solidariedade. São reportagens sobre brasileiros que não viraram as costas e escolheram algo que pode soar pueril, mas cujo debate tem definido quem ou o que somos ao longo da História: fazer o bem. Até março, ao abrir a revista o leitor conhecerá homens e mulheres, de todas as idades e sotaques variados, que um dia se perguntaram sobre o que podiam dar para quem tinha menos e, assim, tornar o Brasil um país mais justo e mais solidário. Como as melhores respostas não estão prontas nem expostas em prateleiras, eles construíram a sua, do seu jeito. A proposta editorial de mostrar o Brasil do bem faz parte de uma iniciativa de todas as revistas da Editora Globo, batizada Projeto Generosidade. A partir desse projeto, o assunto entra permanentemente em nossa agenda editorial.
Rubem Alves, escritor, filósofo, psicanalista, diz que "desejaria saber ensinar solidariedade a quem nada sabe sobre ela". Mas como ensiná-la? - questiona. Ele afirma que a solidariedade, assim como a beleza, não pode ser ensinada. Ambas são da ordem do inefável. Estão além das palavras. Diferentemente da astronomia, da física, da gramática, a solidariedade não mora no mundo de fora, mas "dentro do corpo, enterrada na carne, como semente à espera". Não floresce "por mandamentos, mas por transbordamentos". "A solidariedade é o sentimento que nos torna humanos. É um sentimento estranho, que perturba nossos próprios sentimentos porque me faz sentir sentimentos que não são meus, mas de um outro", afirma Alves. "Pela magia do sentimento de solidariedade, meu corpo passa a ser morada do outro. É assim que acontece a bondade."



Escrito por nicomedesoliveira às 07h20
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