DIA 31- APRESENTAÇÃO ESPECIAL DE " O HOMEM SEM PAÍS" COM TIÃO NICOMEDES 31 DE MAIO -12:00 LARGO SÃO FRANCISCO- EM SEGUIDA O DEBATE
Escrito por nicomedesoliveira às 16h25
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Pré-Cúpula dos Povos SP - Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental 10 de junho de 2012, das 9h às 18h no Parque do Ibirapuera, São Paulo/SP
Escrito por nicomedesoliveira às 10h16
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conselho municipal da assistencia social-gestão 2012-2014
COMAS-SP Resultados da Eleição - Representantes de Organizações Candidaturas/Votos 01-Associação Paulista de Fundações – APF – Thiago Szolnoky de Barbosa de Oliveira Cabral 37 votos 02-Rotary Clube de São Paulo – Dominique Van Parys de Wit Girard 36 votos 03-Circulo Social São Camilo - Antonio Celso Paquini 33 votos 04-Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição – Demilson Oliveira dos Santos 30 votos 05-Fundação Lar de São Bento – Natanael de Jesus Oliveira 30 votos 06-Centro de Orientação a Família – COR – Vanderlei Aparecido Turine 24 votos Demais Candidaturas: Centro de Assistência Social Santa Terezinha – Paulo Lopes Carneiro 2 Rotary Clube de São Paulo Alto de Pinheiros - Celso Maximiano 2 Associão de Luta e Promoção Social Jd Robru e Adjacências – Jose Joaquim de Abreu 2 Rotary Clube de São Paulo- Arnaldo Battari Pinheiro de Mello 1 Instituto Profissionalização Paulista - Nadia Abdalla Viana 1 Zero votos... Centro de Aprendizado e Monitoramento Profissional Caxingui – Roberto Xandó Baptista Circulo de Trabalhadores Cristãos de Vila Prudente - Renato Salvatore Chiantelli Fundação Comunidade da Graça - Cássia Beatriz Vaccarelli Costa, Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga- Erika Cristina Sturaro Fundação Orsa - Guilherme Rossini de Carvalho Santos Rotary Clube de São Paulo – Martha Gomes Cordeiro Rotary Clube de São Paulo Bela Vista – Bexiga - Eugênia Maria de Souza Frias Sociedade Amigos do Bairro do Conjunto Habit. Jd. Sapopemba - Elisangela Gusmão Pereira Mello Sociedade Beneficente São Camilo – Jonatas Batista Pereira Sociedade Beneficente Rosália de Castro - Carlos Henrique Raguja Associação Beneficente a Mão Branca de Apoio aos Idosos - Ana Paula Cunha Monteiro Votos em Branco 3 Fonte DOC, 17/04/2012, página 138COMAS-SP Resultados da Eleição de Trabalhadores/Organizações de Trabalhadores do Setor Candidatos/Votos 01-Nadir Suzete Cristelli 538 votos 02-Regina Hein 535 votos 03-Rosiane Aparecida de Matos Soncini 487 votos 04-Darcy Diago Finzetto 198 votos 05-Maria Nazaré Cupertino 150 votos 06-Micheli Magari Gimenez 108 votos 07-Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação a Criança e ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo - SINTRAENFA 65 votos 08-Ordem dos Advogados do Brasil 20 votos 09-Elisabeth Antolino 19 votos Ana Cristina Souza Elias 18 Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo 11 Indiana Del Fre Ludviger 5 Clodoaldo Gonçalves Correia 4 Elio Martins de Rezende 4 Ricardo Sconamiglio 3 Elio Martins de Rezende 4 Votos Brancos 250 Votos Nulos 33 |
ENTRE OS QUAIS,ESTÃO TAMBÉM OS REPRESENTANTES VINDOS DA POPUALÇAO DE RUA. COMAS-SP Resultados da Eleição de Usuários, Mandato 2012-2014 Titulares: 01- Leonidas De Araújo Luz 20 votos 02-Maria de Fátima Mendonça Ramos 20 votos 03-Francis Larry de Santana Lisboa 19 votos Suplentes: 04- Paulo Ivan Moreira Fonseca 5 votos 05-Rodrigo Josino de Araujo 3 votos 06-Antonio Carlos Faria 3 votos Demais candidatos: 07-Daniel Martins Silva 2 08-Lucas Pereira Silva Carneiro 2 09-Dario Francisco de Arauda 1 10-Adolfo Rodrigues de Araujo 11-Marcos Alberto Diogo 12-Micilene Ferreira Câmara
Escrito por nicomedesoliveira às 11h35
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QUA, 04 DE ABRIL DE 2012 12:40 / ATUALIZADO - QUA, 04 DE ABRIL DE 2012 12:52POR: CNBB  A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz da CNBB divulgou na manhã desta quarta-feira, 04/04, uma nota relativa aos dados da violência contra a população de rua em todo o país. O levantamento foi obtido pelo Centro de Defesa e Proteção dos Direitos Humanos para a População de Rua e Catadores de Material Reciclável (CDDH), uma parceria da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, CNBB e Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Os dados revelam que o índice de violência contra o Povo de Rua está crescendo a cada mês. Em todo o Brasil, nos últimos 12 meses, foram 165 mortes e 35 tentativas de homicídio, além de 66 lesões corporais contra moradores de rua. Apenas na cidade de Maceió (AL) foram 8 assassinatos.
“Preocupa-nos a não implementação de políticas públicas em benefício desta população, deixando-a ainda mais vulnerável”, afirma Dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão e que assina a nota. Ele também chama a atenção para a missão maior de toda a sociedade, que é “a proteção e o cuidado com o nossos irmãos mais fragilizados para que tenham vida em plenitude no tempo que Deus permitir”.
 “Há uma situação de higienização e de extermínio dessa população. Estão assumindo a postura da violência física, tentativa de homicídio, o que culmina com assassinatos, com características de crueldade mesmo, como é o caso mesmo de atear fogo nas pessoas ou jogar pedras”, relata a irmã Cristina Bove, da Pastoral do Povo de Rua. A religiosa afirma que os autores deste tipo de violência são múltiplos, e que sinaliza a falta de resposta da sociedade para a questão. “A população em geral discrimina, pois não quer viver perto de moradores de rua. Recentemente, a imprensa noticiou que no Distrito Federal comerciantes pagaram 100 reais para matar moradores de rua”, conta Cristina, que também faz um alerta. “Há informações de grupos com características neonazistas, que estão provocando estas mutilações e mortes, além de denúncias de extermínios feitos por setores da área pública”.
De acordo com a religiosa, a situação é mais grave nas capitais e nas cidades com mais de 300 mil habitantes e tem causas múltiplas. “O nosso sistema econômico gera uma mão de obra excedente. Este povo, sem trabalho, acaba caindo na situação de rua”, afirma Cristina, que lembra a necessidade de uma política nacional para o tema. “Temos que partir do pressuposto de que as pessoas não querem ficar na rua, e por isso, precisam ter acesso aos equipamentos e serviços que possam ser oferecidos. E claro, que não sejam somente serviços assistencialistas. Precisamos de políticas estruturantes, com respeito a trabalho e habitação”, concluiu a religiosa.
Escrito por nicomedesoliveira às 10h34
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Os Invisíveis
O Conexão Repórter de 20 julho de 2011 mostrou o dia dia dos moradores de rua. Durante meses, nos infiltramos nesse universo e descobrimos como vivem, como se alimentam, como dormem e principalmente como passam despercebidos pela sociedade. Durante nossa investigação, sentimos na pele a discriminação. Disfarçados de mendigos, fomos impedidos de entrar em lugares públicos apenas por estamos mal vestidos. Vamos mostrar a humilhação, o sofrimento e as razões que levam uma pessoa a chegar ao limite da pobreza. Descobrimos a incrível história de um ex-pagodeiro que fez sucesso num dos grupos mais famosos do Brasil e que hoje vive nas ruas.
Os ossos acusam, o frio é cortante, seis graus. Para quem mora nas ruas não há mais dia, não há mais noite. O tempo parece sem fim. Apenas o termômetro implacável registra a dura realidade de quem vive nas ruas: os homens invisíveis. Os seres que a sociedade não enxerga. Filhos abandonados, mães e pais desprezados, abandonados à própria sorte. Estamos a procura de ângulos jamais visto. Como é tratado um morador de rua em lugares sofisticados? Nosso produtor tem uma missão: ele vai se transformar em morador de rua. Vamos registrar com câmera escondida, a realidade de quem vive nas calçadas, nos becos escuros, nas pontes abandonadas e nos viadutos da maior cidade do país.
Morar na rua é uma luta por espaço. Cada centímetro de calçada conquistado vira o quarto de dormir. Moradores de rua antes de tudo não tem nome, são anônimos. Alguns porque não se lembram, outros porque não possuem documento de identidade. Seus dramas só aparecem quando viram números na estatística das mortes. Em cada rosto, em cada olhar, histórias de vida. Histórias como a de Edson Bernardo de Lima. O mundo artístico conhece simplesmente como Edson Café. Ele foi integrante de um dos grupos mais famosos do Brasil, mas perdeu tudo: família, emprego, casa, fama, dignidade. Ele tinha tudo: glamour, dinheiro, sucesso, fama. Edson tocava violão e percussão no grupo de pagode Raça Negra. Ficou com o grupo durante 14 anos, mas atualmente faz da rua o seu endereço desde 2007. Ele se divide entre uma praça na zona leste da capital e casas de pessoas que eventualmente o deixam ficar um tempo. Neste lugar, ele compartilha o sofrimento da fome, da sede e do frio com seus companheiros. Hoje seus irmãos são os outros moradores de rua. O que mais entristece café é estar longe de seus oito filhos.
Morar na rua quase sempre não é uma opção, é uma contingência, um destino, o chamado revés que a vida dá. Sebastião Nicomedes, mais conhecido como Tião, é um exemplo de que ninguém está livre de se tranformar em um morador de rua. Ele permaneceu nas ruas durante três anos e vivia na região cerealista de São Paulo, ao lado do Mercado Municipal. É exatamente neste local que encontramos Tião para uma entrevista. A realidade dos becos da metrópole não endureceu Tião. A experiência o transformou em poeta.
O que acontece se um morador de rua resolve comer num dos shoppings mais caros de São Paulo? Nosso produtor que está se passando por um sem teto vai fazer o teste. Será que ele vai ser barrado? Como os outros o enxergam? Nosso produtor entra no shopping e já chama a atenção dos seguranças. Um deles faz a abordagem. O mendigo por um dia tenta driblar a marcação cerrada do segurança. Neste momento, o segurança chama o supervisor e é impedido de comer na praça de alimentação por estar sujo.
David tem 34 anos e mora na rua há quatro meses. Ele saiu de casa porque a família não aceita seu vício. Já ficou internado em várias clínicas de recuperação, mas fugiu todas as vezes. Dona Neli é a mãe dele. Deixou pra trás a vida confortável para morar na rua junto com o filho. O barraco dele e de sua mãe fica às margens do rio Tamanduateí, próximo à Avenida do Estado, na zona sul de São Paulo. A mãe dele é conhecidana região como a tia do viaduto. David, a exemplo da maioria dos moradores de rua, ganha algum dinheiro vendendo lixo pra empresas de reciclagem. Dona Neli tem medo que o filho termine como a maioria dos moradores de rua. Este é o destino da esmagadora maioria. Mortos e enterrados em valas comuns. Enterrados como indigentes, sem nome, sem passado, sem identidade. Esquecidos na morte assim como na vida.
Escrito por nicomedesoliveira às 19h05
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Complexo inaugurado nesta terça deixará o viciado em droga optar pelas atividadesO complexo Prates, inaugurado no centro de São Paulo nesta terça-feira (27) para dar apoio aos viciados em drogas, principalmente os da região da Cracolândia, promete dar mais liberdade aos atendidos. Segundo a prefeitura, foi criado um centro com o objetivo de deixar o morador de rua e o dependente das drogas à vontade para fazer o que tiver necessidade, seja para tomar banho, ou para receber tratamento psico-social.  | | FOTO: DEVANIR AMÂNCIO - EDUCA SÃO PAULO |
Para Alda Marco Antônio, vice-prefeita de São Paulo e secretária de Assistência Social, a prefeitura quis criar um espaço livre, semelhante ao vivido na rua.
- Tudo é oferecido, mas nada é obrigado. Queremos fazer com que eles sintam aqui uma continuação da rua. Queremos que o aspecto da rua permaneça. O morador quando vive muitos anos na rua perde o sentido da disciplina, da organização e ele passa a pensar que está vivendo bem. Então nós criamos algo que não exige muita regra. Tem o banho, mas não é obrigatório, tem o futebol no domingo, o jogo de dama.
A estrutura foi aberta nesta terça-feira e será um centro especial de acolhimento destinado aos moradores de rua, dependentes do álcool, do crack e de outras drogas que vivem na região da Cracolândia. O prédio, em obras desde o ano passado, fica na rua Prates, no Bom Retiro. (...)
Para o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o equipamento tem "uma dimensão um pouco maior diante das políticas públicas que foram implantadas no centro". O centro foi aberto após quase quatro meses após o início das operações na região da Cracolândia e segundo o prefeito é equivocado afirmar que o espaço demorou para ser aberto. - É uma análise equivocada de algumas pessoas onde falta boa vontade para variar. Instalado em uma área total de 11 mil m² , o complexo vai oferecer um espaço de convivência para adultos com 3.200 m², e terá capacidade para atender até 1.200 pessoas por dia. O custo total da obra, de acordo com a prefeitura, foi de R$ 8 milhões.
O objetivo dos funcionários do local é criar vínculos e conquistar a confiança para que os usuários aceitem os serviços oferecidos. No local, haverá atividades lúdicas, oficinas, biblioteca, jardinagem e, principalmente, psicólogos e assistentes sociais. O complexo oferecerá também um Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Abrigo) com 20 vagas e um Centro de Acolhida para Homens 24 horas, com 120 leitos. Caso a aceitação for maior que as vagas disponíveis, os usuários serão encaminhados para um dos 56 Centros de Acolhida e 132 abrigos da prefeitura instalados em todas as regiões da cidade. Todos os serviços terão entradas independentes. Ministro da SaúdeO ministro da saúde, Alexandre Padilha, também esteve presente na inauguração do espaço na rua prates e destacou a importância das ações conjuntas entre polícia, saúde e assistência social no combate ao crack em São Paulo. - O crack necessariamente precisa ter uma combinação entre a prevenção, o cuidado e a repressão. A Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia Federal precisam ser rigorosas na repressão ao crack e ao traficante. Perseguir, fazer abordagens sobre o tráfico e o traficante. Mas, a rede de atenção à saúde e de assistência social é quem pode dar uma braço amigo para as pessoas que estão em situação de dependência química. Operação Centro LegalEm janeiro deste ano, a polícia iniciou uma operação para acabar com a concentração do usuários de crack em algumas ruas do centro da capital. Desde então, quase 400 pessoas foram internadas para tratamento por dependência química. Nesse período, também foram feitas 40.856 abordagens sociais, de saúde e por guardas municipais. A PM prendeu mais de 300 pessoas no local e recapturou mais de 80 fugitivos. Fonte: R7 http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/morador-de-rua-tera-liberdade-em-novo-centro-para-tratar-viciados-20120327.htmlEncaminhado por Sérgio Arruda
Escrito por nicomedesoliveira às 18h37
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http://www.youtube.com/user/diariotiao/feed?filter=2 Prefeito Gilberto Kassab inaugura o Centro de Acolhida para adultos - Barra Funda II. O novo espaço vai melhorar a vida de muitas pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo.
estrelando alda, kassab e o padre julio .
Escrito por nicomedesoliveira às 11h15
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DUAS DROGAS MODERNAS FOMENTADAS PELO CAPITALISMO / INDUSTRIA DA MISÉRIA S/A
O CRACK E OS ALBERGUES. A DIFERENÇA ENTRE UM E OUTRO? O CRACK SE LUTA PARA O USUÁRIO SAIR E O ALBERGUE SE LUTA PARA O USUÁRIO ENTRAR. AMBAS AS DROGAS VICIAM.
O TRÁFICO DE INFLUENCIA DAS POLITICAS PUBLICAS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL,É UMA DROGA A SER COMBATIDA. ALÉM DE VICIAR O DEPENDENTE FICA SEM PERSPECTIVAS . FALTA DE PERSPECTIVAS É A DROGA QUE MAIS MATA A PESSOA EM SITUAÇÃO DE RUA.
WWW.DIARIOTIAO.ZIP.NET
DESCULPA A INDELICADEZA MAIS É QUE AGORA ESTOU CONFUSO SE É PRA PARABENIZAR OU LAMENTAR. MAIS AS AUTORIDADES HÃO DE ENTENDER QUE O TEMPO DE RUA DEIXA AGENTE MEIO BIPOLAR.
Complexo para tratar uso de crack abre em São Paulo nesta terça-feiraAGÊNCIA ESTADO Quase três meses após o início da operação policial na cracolândia, a Prefeitura de São Paulo inaugura nesta terça-feira o chamado Complexo Prates, no Bom Retiro, centro da capital. O espaço será dedicado à acolhida de moradores de rua e ao tratamento de dependentes químicos, especialmente usuários de crack, que terão transporte gratuito até o local. Em uma área de 16 mil metros quadrados na Rua Prates, seis equipamentos públicos prestarão serviços de assistência social e saúde. O conjunto é formado por um centro de convivência, um albergue para adultos, um abrigo para crianças, uma estufa para aulas de jardinagem, um Atendimento Médico Ambulatorial (AMA) e um Centro de Atenção Psicossocial (Caps).
Previsto para fevereiro, o complexo teve a inauguração adiada em um mês por causa de atrasos nas obras do prédio que reúne os dois centros de saúde 24 horas. A inauguração parcial chegou a ser cogitada pela Secretaria Municipal da Assistência Social - que até havia separado salas provisórias para os médicos -, mas acabou descartada pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD).
Com o complexo em atividade, o município passará a oferecer serviços integrados e complementares para quem busca tratamento contra as drogas. O objetivo é que o usuário passe o dia no centro de convivência, onde vai poder tomar banho, acessar a internet, ver televisão e fazer atividades físicas, das 8 horas às 22 horas. De acordo com o caso, esse mesmo dependente poderá ser atendido no AMA ou Caps, e dormir no albergue. Menores de 18 anos serão encaminhados ao abrigo. _________________________________________________________________________________
Escrito por nicomedesoliveira às 10h35
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Há cinco anos, o Aurora da Rua nascia para a reverberar a voz do povo excluído que mora nas ruas. Hoje, esse jornal orgulha-se de ter trilhado um caminho peculiar em que pessoas em situação de rua encontram oportunidades de reintegração social, resgate da autoestima e dignidade. Nas páginas desse jornal, o povo das ruas se viu como protagonista de matérias produzidas sob uma lente humana. São 5 anos de um belo percurso cheio de alegrias, esperança, perseverança e muito trabalho!
Escrito por nicomedesoliveira às 11h26
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Homem sem paísanterior proxima PARTE 2 Na continuação da conversa com Tião Nicomedes, o ex-morador de rua comenta a repressão na USP e em Pinheirinho, “A forma como o Estado se mostra é complicado”, fala sobre o processo de expulsão dos trabalhadores sem-teto na Luz e relação da questão com as drogas. Quando o assunto é política, não poupa os partidos, e até Lula é alvejado por suas palavras. Alexandre Benoit e Rodrigo Antonio CM: Quando a peça Diário de carroceiro estourou? TN: 2006. Era um barato. Eu saía, aí de noite chegava, tava lá com o pessoal assistindo televisão, de repente: 'corre aí, é o Tião!'. A gente assistia a matéria e depois conseguia bater um papo no albergue. Foi gerando um outro campo de relações, comecei a participar de fóruns, até que chegamos à fundação do movimento Nacional de População de Rua. CM: Então a arte ajudou na militância política? TN: Sim, sem dúvida. CM: E você milita ainda hoje lá? TN: Milito. Mas hoje as coisas estão um pouco diferentes. Quando a gente fundou, era uma luta pura. Hoje já tá mais institucionalizado. Hoje num dá pro Tião chegar lá e... fazer acontecer. 'Não, peraí.' Tem que ser deliberado, tem quem faz, tem quem fala, tem representantes em todos os Estados. CM: Mas você acha que burocratizou? TN: Ah, eu acho. Tudo que burocratiza complica, né? Eu acho que o próprio movimento se distanciou da realidade da rua. Quando você institucionaliza, passa a discutir lá em Brasília, passa a discutir com Palácio do Governo, passa a discutir com não sei quem... Migra pra carreira política. São vários fatores também que determinam. Quem vai participar, aonde, quando, em que Estado? Qual é a nossa pauta lá, o que vamos discutir? E isso faz com que, claro, automaticamente as lideranças se distanciem mesmo. Ficam com uma agenda... fica parecendo cantor sertanejo: mais fácil você achar ele no avião, do que acampado. CM: E vocês reivindicavam o quê? TN: Meu, era coisa mínima... queríamos sair do albergue, queríamos sair da rua, ir trabalhar. Era coisas mínimas que todo mundo pede. E era um sonho conseguir isso. CM: E vocês faziam ato? TN: Nossa, ato era um atrás do outro. Até disseram pra mim que eu ganhei o bolsa-aluguel como um cala-a-boca. 'Mas por que um cala-a-boca?' Porque eu era muito baderneiro, agitador. Não tinha muito meio-termo. 'Tem 40 pessoas aqui na Sé, no Anhangabaú, e hoje tá frio, vai chover, e o pessoal não conseguiu vaga no albergue. Bom, vamos todo mundo pra lá!' Pega lata, pega pau, aí nós chegávamos fazendo barulho. Escândalo pra secretária, secretário... em pleno centrão. 'Que é que esses caras tão fazendo, que é esse barulho todo?'. Eles queriam acabar com aquilo. Aí descia e falava 'que ceis querem?'. 'Meu, hoje vai fazer tantos graus...' E arrumavam vaga na hora. CM: Você se envolveu com partido político? TN: Ah, não. CM: Se manteve independente? TN: Eu fui chamado pra ser candidato. Eu não me envolvi com partido não. CM: Por quê? Você não confia neles? TN: Ah, eu não sei cara, acho que esse lado meu meio de artista, de gostar de escrever, atrapalha um pouco para ser político, né? Se eu quisesse me arrumar, dava. Eu já fui convidado pra sair candidato e para as assessorias também. Tanto tucano, como esquerda, direita, tudo... fui chamado pra apoiar. CM: Trazendo nossa conversa um pouco pra atualidade. Na virada do ano teve a ação lá da polícia na Luz. Como é que você vê isso? TN: Chegou um ponto ali que o pessoal foi deixando a Luz virar o esconderijo, o reduto. 'Deixa eles que eles vão pra lá'. Você tá livrando a São João, tá livrando a Sé... 'Então vai, deixa ir pra lá'. Mas aí não resolve o problema. Quando a coisa começou a complicar e começou a aparecer, que a sociedade começou a notar, que a Luz foi ganhando conservatórios musicais e tal então todo mundo viu a sujeira debaixo do tapete. CM: E pela tua experiência, descer o cassete não é forma de resolver o problema. TN: Ali não tava tendo uma rebelião dentro de uma cadeia! Eles trataram como se tivesse uma rebelião na cadeia. Qual que é o processo? Choque, pancada, barulho, e botar eles pra apavorar. E essa metodologia que usaram aí, do sufoco né? Não sufocou traficante. Sufocou as pessoas. Não é assim. Você chega nas casas de convivência, elas já estão superlotadas de pessoas que frequentam, comem lá. Se vem dois, três a mais, não é todo mundo que come. Não pensaram nessa estrutura. Então ali tinha que ter pensado: 'bom, nós queremos tirar esse pessoal daqui, ou queremos que eles tenham uma atitude de sair, ou de mudar, ou de sei lá, alguma coisa a gente quer fazer aqui', tinha que ter entrado primeiro com o serviço de assistência e saúde. Mas chegou com a polícia, atropelou o processo! Como é que você vai punir quem já tá punido, castigado pela vida? Que diferença vai fazer? Nenhuma! Não produz nenhum resultado positivo. CM: E logo depois da Luz teve o caso lá do Pinheirinho, lá em São José, que foi a mesma coisa. TN: É, Pinheirinho me lembrou a Plínio Ramos. Foi pra mostrar quem manda, e quem tem que obedecer. Não foi nada mais do que isso que eles mostraram ali. 'Quem manda é a gente, e vocês não vão sair? Tá bom. A polícia tira.’ CM: E quando você vê essas coisas isso te indigna? TN: Pra dizer a verdade, eu fiquei analisando quanta gente já morreu. Amigos meus, mais velhos e mais novos, quem morreu matado quem morreu de frio, quem morreu naturalmente. E eu acho que só to vivo porque no meu sangue ainda pulsa essa revolta, se não já era... eu não tenho mais nada, to fazendo hora extra. Eu acho injusto tirar aquele tanto de família que o governo tirou de um terreno dum cara picareta pra caramba, que deve pra caramba, matou gente pra caramba, fez prédio de areia do mar. Era mais fácil fazer casas populares ali. CM – Tião, como você recebeu o convite de ir falar para os calouros da maior e mais importante universidade pública da América Latina (Tião compôs a mesa sobre a Repressão na Calourada Unificada da USP a convite do Comando de greve dos estudantes)? TN – Eu nem me dei conta. Perguntaram “você topa?”, e eu disse “eu topo”. E eu apresentei uma peça, Um homem sem país, um monólogo, em várias faculdades. Então me acostumei também com essa situação. CM – Você chegou a acompanhar, sabe que os estudantes lá estão em greve contra a entrada da Polícia[a entrevista foi feita em fevereiro do a greve ainda era mantida], tem mais de 80 estudantes indiciados e tal. Você chegou a acompanhar essa questão? TN – Eu acompanho tudo. CM – O que você acha da luta dos estudantes? TN – É o Estado, ué! É a Polícia. Do mesmo jeito que tá pra gente, tá lá. É isso mesmo, borracha, preconceito. A forma como o Estado se mostra é complicado, ele pode pegar uma pessoa sem nenhum crime nas costas, sem nenhuma passagem, e simplesmente levar ele por desacato à autoridade. Pronto, “temos um crime, desacato à autoridade”. CM – Agora Tião, você acha que dá pra fazer uma mudança radical desse estado de coisas? TN – O problema é que o final de tudo é disputar o governo, disputar o poder. Aí você vai ter que eleger um, e quando ele sentar lá não vai ser mais igual a todo mundo. Aí a merda volta pra trás. Então aquela ilusão toda que tinha e “quando o povo chegar no poder vai mudar”, isso já acabou pra mim. Chega lá e não governa só aquele partido. Muito pelo contrário, você ajudou a eleger e tem PMDB, PSDB, trocentos partidos que brigam um contra o outro. Aí você tem um Congresso, que pra votar um projeto tem que ter um doce, tem que ter um agrado, um dinheirinho, um benefício. CM – E a luta fica comprometida? TN – Tudo o que a gente criou pra ser favorável tá sendo usado contra a gente. Criamos os conselhos, uma forma da sociedade civil se organizar, de lutar pelos seus direitos, aí quando você vai fazer um ato, leva 20 mil pessoas aí o prefeito fala “mande um representante de vocês”, então sobem sei lá, da habitação, disso, daquilo, ficam três horas lá conversando e o pessoal acaba indo embora. Eu acho difícil mudar isso. CM – Por quê? TN – Olha, é triste falar isso, mas a Era dos movimentos sociais tá perdendo pra Era das ONGs e dos institutos. Hoje tudo tem que ter um convênio, tem que ter uma grana, tem que ter um proponente, um captador de recursos, e aí... cortam a verba, “chama o movimento pra gente brigar por causa da dotação orçamentária”, depois você não pode participar da reunião porque a plenária é fechada, porque isso, porque aquilo... Então eu pergunto, pra que é que servem os movimentos todos? Vê lá a Luz. Eu gosto do Lula, ele é meu amigo até... mas aí o bendito Instituto Lula pega toda aquela área para fazer um raio de um museu pro Lula. A gente tá brigando pros caras colocarem uma casa de acolhida lá, uma casa de convivência, um hotel social, um tratamento de dependência química, colocar um consultório, e aí não, eles falam que lá vai ser um museu! Toda aquela área enorme pela qual a gente brigou vai virar um museu! CM – Em os sem-teto, como ficam? TN – Tem que lutar pelo mínimo, pelo direito de existir, de ser, a rua hoje tá lutando por isso, pelo direito de existir, de permanecer, de ser e estar, porque o direito de ir e vir já tinha conquistado, perdemos. Você pode andar pela rua e o segurança diz “pode ir circulando”, “você não pode ficar aqui”, esse é o direito de ir e vir, “você não pode ficar deitado aqui não”, mas direito de existir não tenho. Direito de ter paz, não tenho. Não sei como é que as coisas poderiam mudar mais. Nesse ponto estou descrente, descrente mesmo. E o crack cada vez crescendo mais, ganhando espaço, não sei quem ganha com isso, porque é uma droga barata e mata o freguês E eu to aqui na vontade, pelo menos o teatro te dá isso, pelo menos no personagem, de sonhar e se iludir que a coisa tá acontecendo, e esse livro que eu quero lançar agora, eu to sonhando que vai ser impactante. Aí eu falo assim “vai acontecer igual à Revolução dos bichos”. http://contra-mare.org/index.php/posts/96
Escrito por nicomedesoliveira às 15h42
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Orientações para o Ato Público em defesa da Assistência Social Data: 12 de março de 2012. Concentração, às 9 horas, em frente à Câmara Municipal de São Paulo. Em seguida, marcha até a Prefeitura Municipal de São Paulo. Dispersão, às 13 horas, em frente à Promotoria do Estado de São Paulo. · Para o bom êxito do evento é importante obedecer ao comando da marcha (coordenação do FAS-SP). · As falas deverão se inscrever junto à coordenação do FAS-SP. · Levar: água, sombrinhas ou guarda-chuvas (ou outras proteções contra as possíveis intempéries do clima), apitos, instrumentos de percussão, faixas, camisetas, cartazes e outras formas de manifestação (visuais, táteis e sonoras). · Durante as falas deverá haver silêncio. · Não há uma cor específica como exigência para o ato. · O ato é espaço cidadão/democrático. Todos poderão se,manifestar, desde que respeitem o outro e não se utilize do evento para fins escusos ou manipulações político-religiosas e outras. · O ato é suprapartidário; reúne os defensores do SUAS na cidade de São Paulo. · Mesmo sendo um momento de reivindicação e de ‘dor’ devido o descaso do Poder Público, é um momento celebrativo. A dor e revolta não se opõem a celebração. Por isso, manifestações culturais são bem vindas como expressão de protesto e descontentamento. · Somos responsáveis pela segurança uns dos outros. · O FAS-SP somos todos nós. Fórum da Assistência Social da Cidade de São Paulo
Escrito por nicomedesoliveira às 09h16
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Escrito por nicomedesoliveira às 08h58
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COMUNICADO FAS 014 A Coordenação do Fórum Municipal da Assistência da Cidade de São Paulo convoca usuários, trabalhadores, entidades/organização da Assistência Social (poder público e sociedade civil) para o ato público em defesa da assistência social.
Data: 12 de março de 2012. Início: 9 horas – em frente à Câmara Municipal de São Paulo. Em seguida, marcha até a Prefeitura Municipal de São Paulo. Término: 13 horas - em frente à Promotoria do Estado de São Paulo Leve sua faixa, cartaz e outros meios para manifestar à cidade o descaso do Poder Público Municipal.
Não se deixe enganar. O governo Gilberto Kassab não prioriza a assistência social. Além da política higienista, o último reajuste dos custos da assistência social foi em janeiro de 2010. Sem investimento público os serviços são precarizados: Não é possível reajustar os trabalhadores; aos usuários é oferecido s erviços com menor qualidade do que preconiza o Sistema Único da Assistência Social devido a inflação, aumento de preços e rotatividade dos trabalhadores do setor. Divulgue e participe desta luta! Investir na assistência social mais do que uma decisão técnica é uma decisão política. O prefeito, junto com a Câmara de Vereadores, nos últimos anos está mostrando à cidade sua prioridade. E as políticas sociais não são prioridades de seu governo. Venha marchar contra isso!
Fórum da Assistência Social da Cidade de São Paulo. Pra. Mabel Garcia AEB POLO RUA
Escrito por nicomedesoliveira às 09h58
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Para conhecimento e divulgação Reunião dos Catadores do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste
Data: 03 de março de 2012 - sábado Horário: 15:00 horas Local: SESC Itaquera - Espaço Benfeitores da Natureza
Pauta 15:00hs Andamento dos projetos e Informes 15:30hs Palestra "Bolsa de Resíduos - Como implementar nas Cooperativas" - Ísac Wajc e Francisco Biazini - Dr Resíduo 16:00hs Interface com os Catadores - Dúvidas e questionamentos 17:00hs Encerramento Lembrete aos participantes: avisar na Portaria que irá participar da reunião "Coleta Seletiva" para ter acesso ao Estacionamento. Qualquer dúvida entrem em contato
Delaine Romano - Diretora de Meio Ambiente do FDZL e Coordenadora Programa Coleta Seletiva - cel. 11.83431919 Angelo Iervolino - Diretor de Urbanismo do FDZL - cel. 11.91154053 www.diariotiao.zip.net
Escrito por nicomedesoliveira às 10h42
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Marcha e ato público em favor da Assistência Social Dia 12 de março Concentração: Câmara Municipal de São Paulo, às 09:00 h. Trajeto: Prefeitura Municipal de São Paulo e SMADS.
Término: Ministério Público de São Paulo.tunidade será entregue denúncia ao Ministério Público Estadual contra o prefeito municipal por não investimento na assistência social como dispõe a Lei. Cartaz convocatório. Informações: www.fas-sp.orgNazareth Cupertino: 6753 2943 Sônia: 8266 1733 Pe. Lédio: 8306 440 |
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Escrito por nicomedesoliveira às 16h36
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